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  • Perdi o Passaporte no Exterior: O Que Fazer e Como Acionar o Consulado

    Perdi o Passaporte no Exterior: O Que Fazer e Como Acionar o Consulado

    O que fazer se perder o passaporte no exterior, se vale levar RG junto, quais países aceitam só RG, e como funciona o contato com consulados.

    Arquivo acervo pessoal

    Depois de explicar como tirar o passaporte passo a passo, chegou a hora de falar sobre os detalhes práticos que fazem diferença de verdade durante a viagem: o que fazer se o passaporte for perdido ou roubado, se vale a pena levar o RG junto mesmo indo com passaporte, se dá para carimbar o passaporte com carimbos turísticos (tipo os que vimos em Ushuaia), quais países aceitam só o RG, e como funciona o contato com os consulados brasileiros pelo mundo.

    Neste post você vai encontrar:

    • O que fazer se perder o passaporte no exterior
    • Autorização de Retorno ao Brasil (ARB): quando usar
    • Vale a pena levar o RG junto com o passaporte?
    • Países que aceitam só o RG (Mercosul)
    • Carimbos turísticos: pode carimbar o passaporte?
    • Existe um consulado só, ou um para cada país?
    • Dicas práticas de segurança com documentos
    • Frequently asked questions

    O que fazer se perder o passaporte no exterior

    Perder ou ter o passaporte roubado durante uma viagem é uma das situações mais estressantes que podem acontecer — mas o processo para resolver é bem definido, e seguir os passos certos, na ordem certa, evita ainda mais dor de cabeça.

    1. Registre um boletim de ocorrência na delegacia local Esse é o primeiro passo, segundo orientação do Ministério das Relações Exteriores. Procure a delegacia de polícia mais próxima do local onde o documento foi perdido ou roubado, e registre a ocorrência. Isso protege você contra uso indevido do seu passaporte por terceiros, e será exigido depois pelo consulado para dar andamento ao processo.

    2. Localize e contate a representação brasileira mais próxima Embaixadas e consulados brasileiros ficam espalhados pelo mundo, cada um responsável por uma região específica (falo mais sobre isso adiante). É esse órgão que vai te orientar sobre o requerimento do novo passaporte.

    3. Inicie o requerimento de um novo passaporte O processo pode ser feito através do sistema e-Consular, seguindo as instruções específicas do posto consular responsável pela sua localização.

    4. Se estiver com urgência para voltar ao Brasil, solicite a ARB Se você já tem data de retorno marcada e não terá tempo hábil de esperar pelo novo passaporte (ou não tem toda a documentação exigida para o processo completo), existe uma alternativa mais rápida — a Autorização de Retorno ao Brasil, que explico em detalhes no próximo tópico.

    Importante: segundo o próprio Itamaraty, a perda de passaporte não é considerada uma emergência que coloque em risco a vida ou a segurança do cidadão — então o atendimento costuma seguir o horário comercial normal do consulado, e não os plantões de emergência.

    Autorização de Retorno ao Brasil (ARB): quando usar

    A ARB é um documento de viagem emergencial, emitido gratuitamente pelo consulado, que substitui temporariamente o passaporte — mas apenas para o trajeto de volta ao Brasil, em viagem de ida única. Ela não serve para entrar em outros países, nem para continuar uma viagem que passe por mais destinos antes de voltar para casa.

    A emissão costuma ser rápida — em média cerca de 60 minutos de atendimento no posto consular —, mas os documentos exigidos podem variar conforme o país. Em geral, você vai precisar apresentar:

    • O boletim de ocorrência (ou “denúncia policial”) registrado localmente
    • Qualquer documento que comprove sua nacionalidade brasileira, mesmo que não seja o passaporte

    Se você não tiver nenhum documento com essas características, alguns consulados aceitam a apresentação de testemunhas que possam atestar sua identidade e nacionalidade, ou, em último caso, uma declaração assinada sob as penas da lei.

    De volta ao Brasil: depois de retornar usando a ARB, é necessário regularizar a situação e solicitar um novo passaporte junto à Polícia Federal, apresentando o boletim de ocorrência (para perda) ou o registro de roubo, conforme o caso.

    Atenção a golpes: existem sites falsos que prometem “agilizar” a emissão de passaporte ou ARB mediante pagamento. A emissão é sempre feita através dos canais oficiais — gov.br/pf no Brasil, e gov.br/e-Consular no exterior — nunca através de intermediários não oficiais.


    Vale a pena levar o RG junto com o passaporte?

    Sim, recomendamos. Mesmo indo com o passaporte válido, levar uma cópia (física e digital) do RG, junto com cópias do próprio passaporte e de eventuais vistos, é uma prática de segurança que facilita bastante em caso de perda ou roubo — tanto para o boletim de ocorrência quanto para agilizar o processo junto ao consulado.

    Dica prática: tire fotos nítidas de todos os seus documentos (RG, passaporte, vistos, cartão de vacinação se exigido) e salve numa pasta no celular, além de mandar por e-mail para você mesmo — assim, mesmo que perca o documento físico e o celular, ainda consegue acessar essas cópias de outro dispositivo.

    Países que aceitam só o RG (sem passaporte)

    Arquivo acervo pessoal

    Um detalhe importante para quem está planejando uma viagem pela América do Sul: por conta de acordos do Mercosul, brasileiros podem visitar diversos países vizinhos apenas com o RG (documento de identidade civil), sem necessidade de passaporte, para fins de turismo:

    • Argentina
    • Uruguai
    • Paraguai
    • Chile
    • Bolívia

    Condições importantes:

    • O RG precisa estar em bom estado de conservação, com foto que permita identificação clara
    • Precisa ter sido emitido há menos de 10 anos
    • A viagem precisa ser de turismo (não vale para trabalho ou outros fins)
    • Não pode haver conexão em algum país que exija passaporte no meio do trajeto

    Atenção: documentos como CNH, carteiras profissionais (OAB, CRM) e certidão de nascimento não são aceitos como substitutos do RG nesses países, mesmo sendo documentos oficiais válidos no Brasil. A Carteira de Identidade Nacional (CIN), o novo modelo de identidade que usa o CPF como número único, também é aceita nesses destinos.

    Mesmo tendo essa opção disponível, muita gente (nós incluímos) prefere levar o passaporte de qualquer forma, mesmo em viagens dentro do Mercosul — é um documento mais robusto, com menos risco de restrição na fronteira, e evita qualquer dúvida sobre o estado de conservação do RG.


    Carimbos turísticos: pode carimbar o passaporte?

    Essa é uma dúvida bem comum entre viajantes, especialmente depois de ver postos turísticos oferecendo carimbos “de lembrança” — como vimos em Ushuaia, a cidade do fim do mundo, onde é super popular carimbar o passaporte com o símbolo da cidade.

    A resposta correta é: depende, e vale ter cautela. Carimbos oficiais de imigração (feitos pelas autoridades de fronteira) são obrigatórios e não têm problema nenhum. Já os carimbos turísticos — aqueles vendidos em lojas de suvenir ou oferecidos em pontos turísticos, sem vínculo com nenhum órgão oficial — podem, em alguns casos, ser interpretados por outras autoridades de imigração como uma alteração indevida do documento, dependendo de onde e como são aplicados.

    Nossa recomendação: se você quiser fazer esse tipo de carimbo por lembrança (é realmente um mimo bacana para guardar da viagem), evite aplicá-lo em páginas próximas a carimbos oficiais de imigração, e nunca sobre eles. Melhor ainda: alguns viajantes mais cautelosos preferem guardar esse tipo de lembrança em um “passaporte de brincadeira” — um cadernillo específico vendido para esse fim, sem nenhum risco ao documento oficial.


    Existe um consulado só, ou um para cada país?

    Não existe um único consulado geral para todo o mundo — cada embaixada ou consulado brasileiro é responsável por uma jurisdição específica, que pode ser um país inteiro ou até só uma região dentro de um país maior (como acontece nos Estados Unidos, que tem vários consulados brasileiros regionais).

    Para saber qual é a representação brasileira responsável pela sua localização durante a viagem, o caminho é consultar o site do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), que lista todas as embaixadas e consulados brasileiros pelo mundo, organizados por país e região.

    Dica prática antes de qualquer viagem internacional: pesquise e anote (num lugar acessível offline, tipo uma nota no celular ou até no papel) o endereço e telefone do consulado brasileiro responsável pelo seu destino. Assim, em caso de emergência, você não perde tempo procurando essa informação em pleno momento de estresse.

    Contato alternativo: caso não consiga acionar diretamente o consulado do país onde está, existe também o Núcleo de Assistência a Brasileiros (NAB), do Ministério das Relações Exteriores, que pode orientar em situações de dificuldade de contato com o posto local.


    Dicas práticas de segurança com documentos

    Arquivo acervo pessoal
    • Leve cópias físicas e digitais de todos os documentos de viagem — passaporte, RG, vistos, cartão de vacinação.
    • Guarde o passaporte original em local seguro, separado do dinheiro e outros itens de valor, e nunca todos os documentos no mesmo lugar.
    • Anote o contato do consulado do seu destino antes de embarcar.
    • Evite carimbos turísticos sobre ou próximos a carimbos oficiais de imigração no passaporte.
    • Verifique a validade do passaporte com folga — muitos países exigem ao menos 6 meses de validade a partir da data de entrada.
    • Contrate um seguro viagem que inclua algum tipo de assistência para documentos perdidos — muitos planos oferecem apoio nesse tipo de situação.

    Frequently asked questions

    O que fazer imediatamente após perder o passaporte no exterior? Registre um boletim de ocorrência na delegacia local e, em seguida, entre em contato com o consulado ou embaixada brasileira responsável pela região.

    A ARB serve para continuar viajando por outros países? Não. A Autorização de Retorno ao Brasil vale exclusivamente para o trajeto de volta ao Brasil, em viagem de ida única.

    É seguro carimbar o passaporte com carimbos turísticos? Recomendamos cautela. Evite aplicar carimbos turísticos próximos ou sobre carimbos oficiais de imigração, já que isso pode, em teoria, ser interpretado como alteração do documento por outras autoridades.

    Quais países aceitam viajar só com RG? Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e Bolívia, para fins de turismo, desde que o RG esteja em bom estado e tenha sido emitido há menos de 10 anos.

    Existe um único consulado brasileiro para o mundo todo? Não. Cada embaixada ou consulado é responsável por uma jurisdição específica. Vale consultar o site do Itamaraty para identificar qual representação é responsável pelo seu destino de viagem.

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  • Seguro Viagem: Como Escolher a Cobertura Ideal para sua Viagem

    Seguro Viagem: Como Escolher a Cobertura Ideal para sua Viagem

    Seguro viagem: como funciona, coberturas essenciais, diferença entre seguradora e cartão de crédito, e por que uso a Real Seguro Viagem em todas as viagens.

    Arquivo acervo pessoal

    De todos os itens que entram no planejamento de uma viagem internacional, o seguro viagem é provavelmente o mais subestimado — até o dia em que você (ou alguém do seu grupo) realmente precisa dele. Nunca embarco para fora do Brasil sem um, e depois de anos viajando e testando diferentes opções, tenho hoje uma seguradora fixa que uso em todas as viagens: a Real Seguro Viagem.

    Neste post, vou além da recomendação — quero explicar de verdade como funciona um seguro viagem, por que ele importa tanto, a diferença entre contratar de uma seguradora ou confiar só no seguro do cartão de crédito, e como escolher a cobertura certa para o seu roteiro.

    Neste post você vai encontrar:

    • Por que o seguro viagem é importante
    • Seguro por região ou por país: como funciona
    • Coberturas essenciais para observar
    • Seguradora x seguro do cartão de crédito: as diferenças reais
    • Quando o seguro viagem é obrigatório
    • Como escolher o seguro ideal para sua viagem
    • Minha recomendação: Real Seguro Viagem
    • Frequently asked questions

    Por que o seguro viagem é importante

    Fora do Brasil, você não tem acesso ao SUS, e a saúde pública (quando existe) tem regras completamente diferentes das que estamos acostumados. Em muitos países, mesmo um atendimento simples em pronto-socorro pode custar milhares de dólares ou euros — sem seguro, essa conta sai inteiramente do seu bolso, no meio da viagem, muitas vezes num momento de estresse e vulnerabilidade.

    Além da parte médica, um bom seguro viagem também cobre situações como extravio de bagagem, cancelamento ou atraso de voo, perda de documentos e, dependendo do plano, até problemas com aluguel de carro. Ou seja: não é só sobre “e se eu ficar doente”, é sobre estar protegido diante de qualquer imprevisto real de viagem — e imprevistos, a essa altura do blog, você já sabe que acontecem (é só lembrar do nosso perrengue com a multa em Roma ou da falta de transporte em Bariloche).

    Seguro por região ou por país: como funciona

    Arquivo acervo pessoal

    Uma dúvida comum de quem está contratando o primeiro seguro viagem: é melhor contratar por país específico ou por região?

    A maioria das seguradoras oferece planos organizados por regiões amplas — “Europa”, “América do Sul”, “Mundo” (cobertura global) — em vez de planos individuais por país. Isso costuma ser vantajoso para quem está fazendo um roteiro por múltiplos países numa mesma viagem, como fizemos na Itália (com direito a um bate-volta para a Suíça) ou nas viagens pela Argentina.

    Atenção especial: se o seu roteiro passar por mais de uma região continental — por exemplo, começar na Europa e depois seguir para os Estados Unidos —, verifique se o seu plano cobre ambos os destinos, ou se será necessário contratar coberturas específicas para cada trecho. Não presuma que um plano “Europa” cobre automaticamente uma escala nos EUA, mesmo que seja rápida.

    Coberturas essenciais para observar

    Na hora de comparar planos, esses são os itens que mais importam:

    • Despesas médicas e hospitalares (DMH): o item mais importante de qualquer apólice. É o valor disponível para consultas, exames, internação e procedimentos médicos no exterior.
    • Despesas odontológicas: geralmente com um limite bem menor que o médico geral, mas cobre emergências como dor de dente forte ou problema decorrente de acidente.
    • Traslado médico e repatriação: cobre o transporte até um hospital adequado ou, em casos graves, a volta ao Brasil em condições especiais.
    • Extravio e atraso de bagagem: indenização em caso de mala extraviada ou atrasada pela companhia aérea.
    • Cancelamento ou interrupção de viagem: reembolso de custos não recuperáveis caso você precise cancelar ou encerrar a viagem antes do previsto, por motivo coberto na apólice.
    • Assistência 24h em português: um diferencial enorme na prática — em momentos de emergência, conseguir se comunicar no seu idioma facilita muito a resolução do problema.

    Seguradora x seguro do cartão de crédito: as diferenças reais

    Muita gente acredita que o seguro que já vem incluso em cartões de crédito das categorias mais altas (Platinum, Black, Infinite) é suficiente — e às vezes até é, dependendo do perfil da viagem. Mas vale entender as diferenças reais antes de contar só com esse benefício:

    O seguro do cartão de crédito:

    • Geralmente exige que a passagem aérea tenha sido comprada com aquele cartão específico, e que você emita o certificado de seguro antes de embarcar — esquecer esse passo significa não ter cobertura nenhuma, mesmo tendo o cartão “certo”.
    • Costuma ter cobertura padronizada, sem opção de personalizar conforme o seu perfil ou destino.
    • Frequentemente não cobre doenças preexistentes.
    • Nem sempre estende a cobertura para cônjuge e filhos — depende da bandeira e categoria do cartão, e geralmente exige que as passagens de todos também tenham sido compradas no mesmo cartão.
    • Em muitos casos, funciona por reembolso: você paga a despesa médica primeiro, do próprio bolso, e só depois é ressarcido — o que pode ser bem complicado numa emergência real, longe de casa.

    O seguro contratado com uma seguradora especializada:

    family
    Arquivo acervo pessoal
    • Permite escolher o plano de acordo com o seu roteiro, idade dos viajantes e tipo de atividade prevista (inclusive esportes de aventura, se for o caso).
    • Costuma oferecer rede credenciada com pagamento direto, sem você precisar adiantar o valor da despesa médica.
    • Cobre doenças preexistentes, em muitos planos.
    • Facilmente inclui todos os membros da família na mesma apólice, com valores compatíveis por faixa etária.

    Na prática: o seguro do cartão de crédito pode até funcionar como complemento, mas depender só dele — sem entender exatamente o que está (ou não está) coberto — é um risco real, especialmente em viagens internacionais mais longas ou com crianças e idosos no grupo.

    Quando o seguro viagem é obrigatório

    Para quem vai à Europa, esse é um ponto essencial: o seguro viagem é obrigatório para entrar nos 29 países do Espaço Schengen (que inclui destinos populares como Portugal, Itália, Espanha, França e Alemanha), com cobertura mínima exigida de 30 mil euros para despesas médicas e hospitalares. Sem uma apólice válida com esse valor mínimo destacado, você pode ser barrado ainda na imigração — um risco real que nenhuma economia vale a pena correr.

    Outros destinos fora da Europa também exigem seguro viagem obrigatório, então vale sempre confirmar essa exigência específica antes de fechar o roteiro.

    Como escolher o seguro ideal para sua viagem

    • Verifique a cobertura mínima exigida pelo destino (como os 30 mil euros do Espaço Schengen) e escolha um plano que já ultrapasse esse valor com folga, para ter uma margem de segurança real.
    • Considere o perfil da viagem: trilhas, esportes de aventura, esqui, mergulho — atividades assim geralmente exigem cobertura específica, que nem todo plano básico inclui.
    • Pense na idade dos viajantes. Planos para idosos costumam ter valores diferenciados, e vale garantir que a cobertura seja adequada para essa faixa etária, especialmente se estiver viajando com avós no grupo, como já fizemos em algumas das nossas viagens.
    • Verifique se há cobertura para doenças preexistentes, caso algum membro do grupo tenha alguma condição de saúde relevante.
    • Compare o atendimento 24h — assistência em português faz muita diferença na hora de resolver qualquer imprevisto rapidamente.

    Minha recomendação: Real Seguro Viagem

    Depois de anos viajando e comparando opções, minha escolha fixa é a Real Seguro Viagem. Uso em todas as viagens internacionais que faço, e recomendo pelos seguintes motivos:

    • Planos com cobertura acima do valor mínimo exigido pelo Espaço Schengen, ideal para quem viaja para a Europa;
    • Possibilidade de personalizar a apólice conforme o perfil da viagem — família, casal, viagem de aventura, idosos;
    • Rede de atendimento e suporte pensada para o viajante brasileiro;
    • Preços competitivos, especialmente com cupom de desconto.

    Se quiser contratar o seu seguro com desconto, use meu link e o cupom PASSEPASSEANDO:


    Frequently asked questions

    O seguro viagem é obrigatório para todos os destinos? Não para todos, mas é obrigatório para entrar nos 29 países do Espaço Schengen, na Europa, com cobertura mínima de 30 mil euros. Outros destinos também podem ter exigências específicas — vale sempre confirmar antes de viajar.

    O seguro do cartão de crédito é suficiente para viajar? Pode ser suficiente em alguns casos, mas tem limitações importantes: cobertura padronizada, exigência de compra de passagem com aquele cartão específico, muitas vezes sem cobertura para doenças preexistentes, e sistema de reembolso (você paga primeiro, recebe depois). Para viagens mais longas, em família, ou com atividades específicas, um seguro especializado costuma ser mais seguro.

    Qual o valor mínimo de cobertura para viajar para a Europa? 30 mil euros para despesas médicas e hospitalares (DMH), conforme exigência do Espaço Schengen. Esse valor precisa estar destacado especificamente na apólice, não apenas somado a outras coberturas.

    Vale a pena contratar seguro por região ou por país específico? Para roteiros que passam por múltiplos países numa mesma região (como vários países europeus), planos regionais costumam ser mais vantajosos. Fique atento apenas se o roteiro cruzar diferentes continentes, já que nem todo plano cobre automaticamente essa combinação.

    Onde contratar o seguro viagem com desconto? Uso e recomendo a Real Seguro Viagem, com desconto através do cupom PASSEPASSEANDO no meu link de parceria.

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